Geladeira e Calor: não é rima, mas combina

Olá! Sexta-feira, começo do fim de semana… Não se porque achei que combina com geladeira. Até uns tempos atrás a moda era lotar a geladeira de imãs. Com o tempo, para alguns, imãs saíram de moda. Parece que a moda agora é adesivar. Quem me conhece sabe que não sou exatamente uma pessoa da moda, mas  às vezes me divirto com ela. Então fiz uma seleção de imagens com geladeiras adesivadas que encontrei no Pinterest. Mesmo que algumas possam ser consideradas de gosto duvidoso, espero que vocês também se divirtam passeando pelas fotos. Bom fim de semana. Abraços!!!! Vó Neusa

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Almofadas encantam cantos

Olá!

Nesses últimos dias falei e mostrei trabalhos alheios… Dei dicas sobre coisas legais que encontro na Internet… Hoje estou voltando para casa. Vou mostrar mais algumas das minha crias.

Já falei dos Panôs que gosto de bordar (para ver/rever clique aqui). Agora é a vez de exibir mostrar umas almofadas que andei fazendo no ano passado. Fica evidente meu vício em algodão crú, mas já me prometi que em 2014 vou sair dessa zona de conforto e passar a usar, também, tecidos coloridos.

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Utilizei pequenos retalhos para fazer as flores e folhas. Adorei fazer porque fui eu mesma quem criou o desenho.

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Presente para o filho adolescente de uma amiga de quem gosto muito

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Presente para uma amiga que estuda teclado, achei que combinava com ela

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Presente para um casal de amigos, músicos apaixonados pelo que fazem

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Essa daqui apareceu como intrusa no post dos Panôs, mas está recebendo uma nova chance de aparecer aqui no blog. Fiz para uma amiga de longa data. A ideia do verso foi dela.

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Com a fórmula da ocitocina, é a única colorida por aqui. Está lá na minha sala.

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Peguei a ideia no facebook. Romantismo do jeito que eu gosto, sem ser “melado”

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Fórmula da ocitocina, fiz antes da colorida ali de cima. Foi encomenda de uma amiga. Notaram a participação do netinho ai no cantinho?

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Essa foi feita para a mesma amiga que pediu a da ocitocina ai de cima. Nam-Myoho-Renge-Kyo siginifica, aproximadamente, “(…) do ponto de vista do significado literal (…) toda a matéria e todas as formas de vida existentes no universo.Se expandirmos ao espaço ilimitado, é o mesmo que a vida do universo, e se condensarmos ao espaço limitado, é igual à vida dos seres humanos.” Quem quiser entender um pouco mais clique aqui. Mas se alguém quiser acrescentar alguma coisa à essa explicação é só escrever nos comentários.

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Um dos meus sonhos é conhecer o México. Adoro as cores de lá. Nos últimos tempo as caveiras mexicanas se tornaram “senso comum”, alguns acham que perderam o charme, eu continuo gostando.

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Essa daqui é outra que também apareceu no post dos Panôs e está tendo uma nova chance… Foi presente para uma amiga que mora no bairro paulistano do Sapopemba.

Eu adoro almofadas. Acho que elas dão um charme especial aos cantos onde se instalam. Tomara que vocês tenham gostado das minhas. Se puderem e quiserem escrevam uma mensagem comentando e dando ideias. Vou gostar de ler.

Abraços e que o mundo tenha hoje um dia melhor que o de ontem.

Vó Neusa

 

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Quem costura a alma cura

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Minha companheira a mais de 30 anos

Olá! Gente o papo hoje vai ser bem rapidinho… Quero indicar uns vídeos que achei bacanas para quem nunca costurou ou está se inciando na arte da costura.

Vou colocar aqui o link de um vídeo chamado “ABC da costura – aula 1”,  a partir dele vocês poderão navegar nos outros sobre o mesmo assunto. Trata-se de um canal (no Youtube) de uma professora de corte e costura. Ela vende cursos em vídeo, mas está sempre postando vídeos “abertos” sobre técnicas de costura. O nome dela é Solange Maldonado. Eu não conheço o curso que ela vende, não saberia dar maiores detalhes. O objetivo aqui é mesmo divulgar as dicas para iniciantes, mas devo confessar que mesmo eu, que já costuro faz muito tempo (apesar de não ser nenhuma especialista) gostei e vou aproveitar algumas das dicas que a professora nos passa nesses vídeos.  Tomara que vocês gostem e tirem proveito desse e dos outros vídeos que têm por lá. Acredito que vale a pena dar uma olhadinha.

Será bacana se alguém que aproveitar as dicas me escrever contando como foi a experiência.

Quando vi essa frase no Facebook eu adorei, como sempre faço, fui logo tentar descobrir a quem pertencia. Acabei encontrando num quadrinho que é vendido numa loja do Elo7. É só clicar na imagem que você vai chegar na lojinha.

Quando vi essa frase no Facebook eu adorei. Como sempre faço, fui logo tentar descobrir a quem pertencia a imagem. Acabei encontrando num quadrinho que é vendido numa loja do Elo7. É só clicar na imagem que você será direcionado até lá.

Bom dia!!!

Abraços!!!

Vó Neusa

A Casa de Amados no Baú da Vó Neusa

Olá!

Quero começar explicando a ideia desse post. Minha vontade de ter um blog está diretamente ligada a um período difícil da minha vida pessoal, em que comecei a ficar muito em casa e encontrei nas visitas aos sites de decoração e artesanato uma ótima forma de me distrair e esquecer os problemas.  Dai a ideia de, aqui no blog, mostrar alguns desses sites que me fizeram e fazem companhia. É uma forma de prestigiar o trabalho da “moçada”, porque só quem tem sabe o trabalho que dá manter um blog. Então volta e meia vamos ter por aqui isso que estou chamando de “Baú da Vó Neusa”. Baú porque a ideia é, ao comentar sobre algum dos blogs que eu visito, selecionar e indicar um assunto tratado em post mais “antigo”. Na verdade “antigo” é jeito de falar, só para dizer que não estarei comentando posts recém publicados. Essa também é uma mania minha, quando começo a gostar de um blog vou sempre dar uma olhada para ver como tudo começou… o que já foi postado.. se houve grandes mudanças.

Tomara que vocês gostem da ideia.

A Casa de Amados

Talvez o que me interesse no blog Casa de Anados seja o fato dele manter um ar artesanal. Os publieditoriais, se existem, não interferem na qualidade dos posts. As dicas e os passo a passo são realmente possíveis de serem realizados até por quem ainda está engatinhando o mundo do faça você mesmo. As casas e os cantos que a Juliana costuma nos mostrar em seu blog são totalmente habitáveis, é possível imaginar gente vivendo neles.

Quem me conhece irá dizer, mas não são “fofos” demais para o seu estilo? Sim claro,  algumas coisas que ela mostra não caberiam nos meus cantos, mas e daí? Viva a liberdade e a diferença.

Outro dia peguei para ler os posts de cabo a rabo, não me lembro de ter encontrado nada que me fizesse pensar “nossa que horror”,  ao contrário.  A Juliana, aos poucos, vai parecendo aquela amiga habilidosa que quase todo mudo tem, ou gostaria de ter… Delicada e sensível.

Como na maioria dos blogs que eu visito, acho que nunca deixei nenhuma mensagem para ela. Aproveito aqui para agradecer a disponibilidade de nos mostrar coisas bacanas com tanta simplicidade e naturalidade.

O post que selecionei pra iniciar essa série irá, provavelmente, despertar maior interesse entre os seguidores mais jovens que tenho por aqui e no meu Facebook pessoal. Muitos foram meus alunos e alguns acabaram se tornando meus amigos. Por que? Porque trata do tema sair de casa e ir morar sozinho. Pode parecer quase uma provocação em relação à cidade onde moro, já que, pelo menos entre as pessoas com quem me relaciono, não é muito comum que moças e rapazes saiam de casa para morar sozinhos. A não ser os que vão estudar em outras cidades, maioria por aqui, me parece, ainda, só sai de casa para casar…  As exceções estão ai para confirmar a regra. Eu mesma vivi na pele a estranheza das pessoas quando minha filha (que hoje está casada e me presenteou com um neto maravilhoso) numa certa época foi morar com uma amiga. Não foram poucas as pessoas que vieram me perguntar se a gente tinha brigado. Pode isso em pleno século XXI?

No post  Saí de casa. E agora, como faz para decorar o cafofo novo? a Juliana comenta rapidamente sobre como foi a sua experiência de sair de casa para morar sozinha…

“quando recebi a notícia de que poderia ter um cantinho para mim, eu saí pulando (não, não é força de expressão, eu saí pulando mesmo). “

… e também dá algumas dicas do tipo “Aprenda a gastar menos do que ganha”, “Saiba/ descubra suas reais necessidades” e “Não tenha medo de colocar a mão na massa”. 

Porque eu escolhi esse texto? Porque eu acho que ele tem muito de artesanal, ele nos inspira a seguir o próprio caminho, a conquistar nossa independência sem precisar enricar antes. Trata-se de um texto simples e, talvez por isso mesmo, inspirador. Mas, atenção amigas e amigos leitores, o fato desse post falar mais diretamente aos jovens não significa que só a moçadinha vá gostar das coisas publicadas no Cada de Amados. Clique aqui para ler o post e depois aproveite para conhecer outros assuntos tratados por lá. 

Bom dia para TODOS!!!

Abraços!!!

Vó Neusa

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Meu jeito teimoso de ser e fazer as coisas

Olá!

Outro dia falei aqui, um pouco rapidamente, sobre o MEU JEITO de fazer as coisas. Pois é!!!

Por ser muito teimosa, estou sempre procurando o MEU JEITO de fazer as coisas. Por muito tempo, isso foi um peso.  A SORTE É QUE NÃO SOMOS PEDRA E PODEMOS MUDAR, SEMPRE! Comecei a ter orgulho disso que chamo de “MEU JEITO”.  O que isso significa? Que já não sofro (tanto) se não consigo ou não quero fazer alguma coisa do jeito que sempre foi feito por ai.  Hoje me sinto quase feliz em fazer as coisas do MEU JEITO.

No caso do artesanto (e não só dele, claro!) a Internet está cheia de “passo a passo”, alguns bem interessantes.  Estou sempre de olho em blogs de gente que se dispõe a ensinar como fazer o que sabem fazer. Passeando pela Blogosfera descubro técnicas, vou me encantando com novas ideias… Mas, acredito que esses aprendizados têm que nos ajudar a seguir em frente, não podem atrapalhar. Devem servir como acelerador e não como freio. Muita coisa me inspira, mas acabo sempre descobrindo o MEU JEITO de materializar as ideias que vivem a agitar a minha cabeça.

Quase sempre é assim que me sinto.

Roubartilhei do Facebook. É so clicar na imagem para chegar lá.

Minhas crias, cada vez mais, representam meu olhar sobre mim mesma, sobre o mundo, sobre as cores que estão por ai, sobre as crianças que quero encantar, sobre os adultos que desejo alegrar, sobre as belezuras e, até mesmo, sobre as tristezas desse mundão dos meus deuses… Criando exercito minha ânsia por liberdade, pelo direito de ser quem sou, ainda que isso signifique remar contra a maré, incomodar, muitas vezes, quem amo e respeito.

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Criar e exibir esse fantasminha é a prova de como tenho me permitido “pirar na batatinha”

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Os especialistas sempre indicam que para pintar caixinhas de mdf devemos lixar aplicar uma base branca e só depois pintar da cor desejada. Eu assumo: não costumo fazer nada disso… Limpei a caixinha com pano úmido, esperei secar bem e depois pintei direto com tinta fosca Acrilex, cor Rosa Ciclame. Utilizei meus micro retalhos e cola branca…

Gostei do resultado. O presente da minha irmã ficou bem bacana!!!

Já fiz bonecas com os tradicionais cabelos de lã e magrinhas que só…

… Mas prefiro mesmo as gordinhas e com cabelos feitos com retalhos de malha…

O MEU JEITO de fazer cabelos dá um trabalho danado, prendo uma a uma as tirinhas de malha

O resultado dá um orgulho danado… (sem falar que pode lavar na máquina numa boa)

Crias e Criatura

Que tenhamos, TODOS, uma boa semana!!!!

Abraços!!!

Vó Neusa

ah! Antes de ir: a Paôla, uma querida ex-aluna, escreveu um comentário outro dia em que trata dessa desse negócio de fazermos as coisas do nosso jeito de uma forma bem bonita. Vale a pena ler e/ou reler aqui

Hoje é domingo…

Olá!

Costumo usar as manhãs de domingo para fuçar nas minha plantas… Por isso achei que combinava, no primeiro domingo do blog, mostrar umas imagens de cantos com plantas que eu tenho encontrado na Internet. São imagens que seguem a linha da simplicidade, do jeito que eu gosto. Tem mais  algumas no painel Plantas, Flores e Jardins no Pinterest do Oficininha. Quem gostar dessas fotos e quiser ver mais é só clicar aqui . 

Tomara que esse seja um bom domingo para todos!!!!

Abraços

Vó Neusa

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São, São Paulo meu amor!!!!

Olá!

Hoje é dia de homenagear São Paulo e nem me importo se parecer senso comum… Morei lá por muitos anos e tenho muitas razões para gostar da cidade.

Morei na Aclimação, um bairro cheios de morros e baixadas. O apartamento ficava abaixo do nível da rua. As janelas dos quartos, rentes ao teto, é que ficavam no nível da rua e lá tinha feira toda semana…Era possível ouvir toda a agitação da madrugada, na hora da montagem, bem como as conversas durante toda a manhã.

Morei no centro, na Rua Major Sertório, num prédio que ficava em cima da boate La Licorne , na época uma das mais famosas e luxuosas boates de garotas de programa da cidade. O prédio, com apartamentos do tipo kitineth, era habitado por putas, travestis, senhorinhas, casais com filhos e moças de famílias “quase boas”, como eu e a comadre Vera. A Vera era mais chic que eu, morava num apartamento de canto e, portanto, desfrutava de uma pequena lavanderia/tanque, não precisava, como eu, lavar a roupa na pia do banheiro. Aliás, mesmo sendo os apartamentos muito pequenos, lembro-me bem de um dos aniversários da comadre em que contamos, pelo menos, uns oitenta convidados.

Morei na Pompéia, e só agora me dou conta que se trata, novamente, de um bairro de muitos morros, numa casa que ficava num dos “escadões” comuns naquela região. São escadas de concreto que funcionam como ruas, ligando uma rua do alto do morro a outra que fique lá em baixo. Morei num desses, numa casa com piso e forro de madeira… Vez ou outra tínhamos que lidar com aparecimento de ratos… credo!!! Lá também fomos assaltados… Só depois de muitos dias me dei conta que tinham levado meu liquidificador quase novo. Minha sogra da época morria de pena de encontrar o marido/filho lavando a louça… tirava o “coitado” da pia e ia terminar a tarefa… Mas, acredito, passei uma lição, porque no final do casamento, meu querido e respeitado ex-sogro já lavava umas loucinhas para ela. Nessa casa tive como vizinha uma verdadeira artista da cerâmica, Kimi Nii. Perdi o contato, mas bem que gostaria de reencontrar.

Morei na  Freguesia do Ó. Lá os filhos brincaram muito na rua. Meu filho mais velho sempre relembra que eu gritava o nome de um deles na janela da sala do sobrado em que morávamos e ai as pessoas iam repetindo o chamado até chegar a eles, que quase sempre estavam a quarterões de distância de casa… Funcionava como um eco… Eles acabam sempre sabendo que eu os estava chamando. Nesse tempo os filhos estudaram num escola municipal, foi quando decidi que queria ser professora (é eu me formei tardiamente, mas essa é outra história)… Por que? Porque tive o privilégio de ver os pequenos estudarem tendo como Secretário Municipal de Educação nada mais, nada menos que PAULO FREIRE…  É também a época em que mantive uma cantina no Teatro Escola Macunaíma, voltava para casa tarde da noite, de ônibus, com todo o dinheirinho ganho no dia. Tinha que andar uns 4 quarterões até em casa.  Quarterões que a noite ficavam bem desertos. Nunca fui assaltada . Tempos de grandes transformações políticas e sociais. Tempo do Movimento das Diretas Já. Quantas lágrimas rolaram quando a emenda foi derrotada. Mas a luta continuou. 

É dessa época as boas recordações dos sambas no Bar do Alemão, na Avenida Antártica e, também, das noites de segunda no Vou Vivendo, em Pinheiros. Quanta gente boa nessas segundonas. Segunda, em geral é dia de folga de músico e ai o que é que eles fazem? Se encontram para tocar e cantar… Muita música boa e, também, de grandes paixões.

Tenho certeza de que devo à cidade de São Paulo muito do que sou… Minhas ideias, meu jeito de ver o mundo, minha necessidade de liberdade, de viver e deixar que cada um viva do jeito que se sentir melhor… Uma certa mania de gostar de ficar sozinha… O gostar de gente vestida de jeito “estranho”, adorar a noite e seus mistérios… Então homenagear São Paulo, não tem nada de senso comum… De certa forma, é homenagear e valorizar a minha própria história.

As fotos que selecionei são todas da minha amiga e comadre Vera Lúcia Dias, formada em Turismo, com pós graduação em Turismo Cultural, Vera é uma apaixonada por São Paulo. Sabe tudo, conhece tudo. Ela promove passeios pela cidade e, garanto, quem circula por São Paulo em sua companhia nunca mais verá a cidade do mesmo jeito. Para conhecer um pouco do seu trabalho clique aqui e visite o blog Passeio Paulistano.

Então, reafirmando, as fotos são todas da Vera. As legendas estão misturadas, algumas eu colei dela, outras eu criei e/ou adaptei.

Obrigada por estarem aqui.

Abraços

Vó Neusa

Ah! Antes das fotos… Alguém pode estar se perguntando: Mas não tem situações tristes nessa história? Claro que tem, e muitas, mas hoje o dia é de festejar.

Bom Passeio por essas imagens!!!!

Os devotos do Divino. Em São Paulo há muita tradição, principalmente na Freguesia do Ó desta festa laica em suas origens e que representa o V Império.

Represa Guarapiranga

Casa do RAMOS DE AZEVEDO, Rua Pirapitingui, Liberdade

O Mirante do Banespa visto do Expresso Tiradentes. Centro SP

Catedral da Sé

Pizzaria Veridiana no bairro de Higienópolis.

Bairro do Sapopemba, onde a Vera mora atualmente

“Depois do Banho” de Victor Brecheret no Largo do Arouche (1932).

“Vale Encantado”. Vale do Anhangabaú.

Grafite, bairro de Pinheiros

Coreto,  bairro SANTO AMARO

Rios que poderiam ser mais LINDOS, aguardam despoluição. Pinheiros e Guarapiranga.

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Palavras Bordadas

Olá!

As palavras?… Algumas podem nos entristecer, outras fortalecer… Existem as que emocionam e as que nos enraivecem… As que chegam na hora certa e as que nunca deviam ter sido ditas… Algumas consolam, outras destroem… há as que ensinam e as que enganam…

As palavras?… Escritas, declamadas, gritadas, cantadas, pichadas ou pintadas, nelas existe sempre uma força que me atrai.

As palavras? Me encantam! Deve ser por isso que gosto tanto de bordá-las.

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Um dos meus preferidos, estou de olho no Mujica muito antes dele virar “moda”

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Almofadas que falam

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Paulo Freire, sempre atual

Liberdade é Pouco (3)

Clarice é Clarice, né?!?!!!!

O maior desejo da boca é o beijo

Sou fã do Zeca

Mlau Letizia

Uma amiga me pediu, uma homenagem à filha Malú

A alma não tem cor

Negro é lindo!!!!

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Guimarães, não é preciso dizer mais nada.

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Quero fazer muitos Guimarães

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Para a comadre Vera, moradora e cuidadora do bairro paulistano. Sabedora de tudo sobre a cidade de São Paulo, se eu fosse vocês visitava o blog dela: Passeio Paulistano

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A minha é meu refúgio

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Esse é um autor que preciso conhecer mais…

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Quintana é bom demais

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Paulo Freire, sempre merece mais

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Acredito piamente nisso

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A bela cidade onde vivo atualmente

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E é tão bom!!!!!

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Conheçam Sérgio Vaz, é muito bom!!!!
Visitem o blog dele: Colecionador de Pedras

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Cuide bem do seu

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Romântico são tolos e pirados!!!!

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Já disse: sou fã!

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Os passarinhos que eu desenhei e a frase que encontrei no Facebook…

A história de vida do Luiz é uma das que me fazer continuar acreditando na humanidade e suas potencialidades. Ele mantém um blog na Revista Trip, lá, que ainda não o conhece, pode começar a conhecer: Mundo Livre

Bom dia e obrigada pela companhia.

Abraços!!!

Vó Neusa

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Mas com (a) Gente é (tem que ser) diferente!!!!

Olá!

Hoje vamos de música.

A primeira, para o blog, foi escolhida a dedo, tem muito a ver comigo, desde as histórias feridas e ainda não cicatrizadas dos tempos das nossa torturante ditadura militar até a permanente luta pela “humanização” da vida…

Geraldo Vandre_disparada

Clique na imagem para ouvir


Disparada

Geraldo Vandré

Prepare o seu coração
Pras coisas
Que eu vou contar
Eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão
E posso não lhe agradar

Aprendi a dizer não
Ver a morte sem chorar
E a morte, o destino, tudo
A morte e o destino, tudo
Estava fora do lugar
Eu vivo pra consertar

Na boiada já fui boi
Mas um dia me montei
Não por um motivo meu
Ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse
Porém por necessidade
Do dono de uma boiada
Cujo vaqueiro morreu

Boiadeiro muito tempo
Laço firme e braço forte
Muito gado, muita gente
Pela vida segurei
Seguia como num sonho
E boiadeiro era um rei

Mas o mundo foi rodando
Nas patas do meu cavalo
E nos sonhos
Que fui sonhando
As visões se clareando
As visões se clareando
Até que um dia acordei

Então não pude seguir
Valente em lugar tenente
E dono de gado e gente
Porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata
Mas com gente é diferente

Se você não concordar
Não posso me desculpar
Não canto pra enganar
Vou pegar minha viola
Vou deixar você de lado
Vou cantar noutro lugar

Na boiada já fui boi
Boiadeiro já fui rei
Não por mim nem por ninguém
Que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse
Por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu
Querer ir mais longe
Do que eu

Mas o mundo foi rodando
Nas patas do meu cavalo
E já que um dia montei
Agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte
Num reino que não tem rei

Na boiada já fui boi
Boiadeiro já fui rei
Não por mim nem por ninguém
Que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse
Por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu
Querer ir mais longe
Do que eu

Mas o mundo foi rodando
Nas patas do meu cavalo
E já que um dia montei
Agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte
Num reino que não tem rei

Eu vou tentar continuar cantando por aqui,  esperando juntar cada vez mais sonhadores…

E assim, nesse primeira semana, vou, a cada dia, mostrando um pouco de mim a quem por aqui se aventurar…

Bom dia e obrigada pela companhia!!!!

Vó Neusa

Flor de Abobrinha

Olá, tudo bem por ai? Tomara que sim!

Como eu disse ontem, aqui no blog quero falar também de trabalhos que outras pessoas desenvolvem e que eu acho bacanas.

Hoje vou falar da Flor de Abobrinha. Não me lembro como foi que cheguei até lá, mas sei que foi amor a primeira vista.

Logo a Paula Nasser, artista responsável pela “Flor”,  e eu começamos nos frequentar no Facebook e um dia ela se interessou por uma boneca pretinha que eu fiz…

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A pretinha, quando tinha acabado de nascer, ainda aqui em casa.

Conversa vai, conversa vem, combinamos uma toca… A boneca foi viver em São Luiz do Paraitinga e passou a se chamar Una, que quer dizer “preta” na língua tupi.

A foto, na descrição da própria Paula Nasser: “A una entre suas amiguinhas, a do meio é de minha infância, as outras são da bonequeira Fátima Romano Cardoso.”

E  a minha casa ganhou um lindo Cabideiro cheio de estilo… e corações, que eu adoro.

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Enfeitando a minha sala… Adoro!!!!

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Mais de pertinho… Aqui em casa funciona como porta chaves e bolsas.

Segundo a descrição que encontramos da Fanpage da Flor de abobrinha, lá eles  criam “Móveis e objetos de decoração e utilitários reciclados feitos a partir de caixotes de feira, pallets e carreteis de cabos elétricos que são desmontados e reconstruídos. Objetos de decoração e utilitários criados a partir de fragmentos de madeiras velhas e restos de obras. Tapetes, bandeiras do Divino e outros objetos criados a partir de restos de tecidos com a técnica do tricô. Sacolas de feira customizadas em chita. Roupas em chita.”

As fotinhos que selecionei para postar aqui são apenas uma pequena mostra das coisas que eles fazem…

Cabideiros

Flor de Abobrinha_ Oratório fechado

Oratório

Flor de Abobrinha_ Oratório aberto

Oratório, agora de portas abertas

Casinha de Passarinho

Porta Talheres, que também pode ser “porta outras coisas

 Vale a pena dar uma olhada em mais coisas lindas que eles têm por lá, para isso  clique aqui 

Para saber um pouco mais sobre a Fátima Romano Cardoso, que fez as bonecas que a Paula Nasser mostrou na foto que me mandou,  clique aqui

Bem gente, por hoje é só. 

Abraços!!!

Vó Neusa