Se é para errar, que ao menos, sejamos originais

Olá!

Tomara que tudo esteja bem por ai.

Tipo assim, nos últimos dias eu mais pari crias que escrevi ou falei… Parecia não tinha nada pra dizer que pudesse interessar a quem quer que fosse. Acho que todo mundo passa por fases assim, uns mais outros menos.

Mas, não falar e não escrever não significa não pensar né?!

Enquanto estou a parir minhas crias artesanais um monte de coisas vai passando pela cabeça… Lembranças e ideias que nem sempre estão diretamente conectadas umas com as outras. São pensamentos soltos… Mas, que no fundo, vão me indicando alguns novos caminhos possíveis.

Uma das lembranças que me veio à cabeça nesses dias de clausura foi a de que por muito tempo usei essa música  com alunos do ensino fundamental e médio. Sempre achei que era uma boa e descontraída forma de começarmos a estudar história.

Afinal, não é isso mesmo?… “Nada do que foi será / De novo do jeito que já foi um dia” e, ao mesmo tempo, se não tomarmos cuidado, estaremos sempre repetindo erros que podem nos fazer cada vez mais mal(ou seja, as consequências nunca serão iguais). Isso vale para tanto para nossas histórias pessoais como para as da coletividade .

Outro papel importante de nossas memórias históricas é o de nos ajudar a perceber, especialmente em momentos de crise, baixo astral e dúvidas, que, em geral, vivemos no presente situações melhores do que muitas vividas no passado. Vamos combinar que isso é quase uma regra, ainda que o no presente tenhamos que conviver com as perdas e o acúmulo de responsabilidades.

Por isso  importância de não abrirmos mão do nosso passado individual e/ou social. Guardar o passado em algum canto da memória, não para nos torturarmos, mas para podermos seguir em frente de cabeça erguida e com a vantagem de que os erros, que com certeza continuarão a ser cometidos, sejam novos erros e não cópias mal feitas dos já vividos. Se é para errar, que ao menos sejamos originais 🙂

Ah! Claro que vou mostrar as crias… Aguardem o próximo post. Mas, a título de provocação, aqui vai um aperitivo

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Desejo que esse seja UM BOM DIA PARA TODO MUNDO DO MUNDO TODO.

Abraços

Neusa, a Vó!

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Uma casita encantada

Olá!

Eu não sei vocês, mas eu adoro histórias de vida. Claro que não estou falando de vida de celebridades, dessas passo longe. Tenho ojeriza a revistas de fofocas. Gosto de conhecer vidas com significado, com HISTÓRIA e não de gente fake, que vivem ou exibem vidas que não são suas. Nem de novelas eu gosto. Tá bom, eu sei, muitos vão dizer: Nossa, que chata! Desculpa ai!

Nesse gostar de histórias, noutro dia, pesquisando ideias bacanas de decoração para mostrar aqui no blog, dei de cara com uma que me envolveu por algumas horas e que sempre me volta à cabeça quando o assunto é construir a própria casa. Nesse caso, literalmente.

Essa é a história de Michele, ou Mica para os amigos. Uma argentina que, cansada de pagar aluguel, mas também como poucas perspectivas de conseguir financiamento para comprar uma casa para ela e sua filha, colocou em prática uma ideia que para muitos pode parecer loucura. Com a ajuda de seu pai, que foi quem coordenou os trabalhos, e dos amigos,  com um orçamento enxuto e utilizando prioritariamente materiais reciclados, Mica conseguiu materializar o desejo de ter uma casa sua e do seu jeito.

Vejam ai a reciclagem também na decoração…

É encantador imaginar que cada canto da casa foi pensado e desenvolvido pelos próprios moradores e seus amigos.

Para mostrar aqui, fiz uma seleção com cantos da casa que mais me encantaram. Uma casa com HISTÓRIA do jeito que eu gosto 🙂

E não é só a casa, o lugar também ajuda muito

Vocês podem conhecer muitos outros detalhes dessa história visitando o blog Casita. Lá foram sendo registrados muitos detalhes dessa aventura. No canto da página inicial encontramos um link que nos leva diretamente ao início dessa história. Achei bem legal começar a viagem pelo começo da aventura, que foi lá em 2008.

Gostaram? Tomara que sim. Eu sou suspeita para falar, porque fiquei realmente apaixonada por essa possibilidade e, nesse caso, pelo resultado. As cores, os detalhes… tudo me agrada.

Tomara que esse seja UM BOM DIA PARA TODO MUNDO DO MUNDO.

Abraços

Neusa, a Vó

Salvo quando houver indicação, todas as fotos mostradas aqui foram retiradas do blog Casita.

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